sexta-feira, 1 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
3.000
Em agradecimento aos mais de 3000 acessos a este blog (aclamado, adorado, idolatrado e tão significativo na vida dos leitores/traidores imaginários e meu amigo Brasil), não postarei nada de novo.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Censurado, Censurado, Censurado!
Sim, Brasil... Mais uma vez censurado e escorraçado do maravilhoso mundo de Marlboro (entende-se internet)! Na sexta-feira última (25/02/2011), Compositor de Boleros (dócil, gentil, amoroso, caloroso em grande coração) decidiu aventurar-se pela Música Popular Brasileira, desvendando mistérios de letras emblemáticas e polêmicas disfarçadas em rimas fofinhas. Um post inocente, visando apenas o bem estar dos leitores/traidores imaginários, Brasil e quem mais se interessar pela verdade, no qual houve esclarecimento de uma determinada letra e algumas imagens ‘reais’ dos ‘artistas’ em questão. Coisa simples, corriqueira... Mas... Mesmo com a melhor das intenções, mais uma vez fui censurado! Sim, sim! Censurado! Não sem antes ser torturado, humilhado, espancado, arrastado pela rua, escorraçado como um cão sem dono que desejava apenas uma mordida no lanche alheio. Fui perseguido, em fuga realmente extraordinária, por monstros (sagrados?) da Música Popular Brasileira que, de qualquer maneira, queriam assar a cabeça do já hostilizado Compositorzinho. Corri como nunca dantes, corri e corri em vão, já que não faltam fãs de Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia no mundo (principalmente no centro de SP, confira!). De nada adiantou meus esforços para escapar do aglomerado/coletivo de ‘artistas’ que ao meu encalço vinham com sanguinolento desejo de acabar com o frágil e querido Compositor de Boleros. Tentei esquivar a atenção mudando meu nome para Compositor de Bolores, mas diante tamanha maldade e determinação destes que não mais direi o nome, minha inocente tentativa foi frustrada. Logo fui capturado, levado a cativeiro aos socos, pontapés, sopapos e falsetes academicamente podados. Chegando ao local donde provavelmente dariam cabo de minha iluminada, festejada e encorajadora (de terceiros) vida, outros do mesmo clã diabólico estavam à espera, com machados, foices, estrelinhas de ninja, bazuca, proteína de soja, café com gotinhas de limão, pão sovado, tacapes e dezenas, centenas, milhares, nada, bilhões de CDs, LPs e K7s da cantora Simone, incontáveis versões da música ‘Então é Natal’. Acho que já é possível imaginar o que houve depois, Brasil... Foi terrível! Mas graças à generosidade de um ser humano fantástico (não é o Zeca Camargo nem a Patrícia Poeta) que prefere manter-se anônimo escapei por pouco da morte certa! Fui puxado às pressas quando Caetano Veloso, utilizando os cabelos de Maria Bethânia, ia cortando a minha ébria cabecinha... Ufa! Essa passou perto Leitores/Traidores imaginários, muito perto! Mas não faltará oportunidade/música/livros/situações/coisas/gente para delatar/irritar/elogiar/falar sobre aqui. Se não houver não dou a mínima.

Uh! Meus sinceros agradecimentos a B.E.S., lhe pago um cynar assim que houver oportunidade!

Uh! Meus sinceros agradecimentos a B.E.S., lhe pago um cynar assim que houver oportunidade!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Seja Amigo do Ronnie Von
Acho que uma ou duas pessoas, só as mais atentas tenho certeza, pois como é perceptível sou um Lord digno de ser condecorado cavaleiro pela rainha de tão discreto, logo, apenas os leitores/traidores imaginários mais perspicazes perceberam em textos passados a admiração e respeito que o Compositorzinho (exemplar ser humano merecedor de um prêmio Nobel de tão extraordinário e relevante para sua época) tem por ele, finesse em forma de homem, Ronnie Von. Admiração essa que começou em 1986, quando o salvei da explosão de uma bomba no centro de São Paulo, os estilhaços atingiram meu rosto e uma farpa feriu gravemente minha perna esquerda, até os dias de hoje fisgo um pouco da perna, mas essa é uma história que nunca contarei aqui... Onde parei? Ah! Sim, sim! Ilustríssimo Ronnie Von! Seu caráter, destilado em sutis e elegantes gestos, conquistou sem dúvidas meu respeito. Seu desempenho nos palcos, inigualável, íntegro e inabalável acrescentam item único em sua magnífica personalidade, contribui ainda mais na crendice em seu ser, transformando o humilde Compositor de Boleros (que ajuda velinhas a atravessar a rua e digitar suas senhas em caixas eletrônicos) em mais um fã dentre os já milhões existentes.
Alguns comentários maldosos sobre este homem (sim, atrás do mito fantástico há um homem) muito me magoam, enfatizando erros de interpretação de terceiros levando ao lado pejorativo a palavra ‘significa’, materializando maldade onde apenas habita a serenidade da bondade infinita, bondade essa representada pelo coração de Ronnie Von. Obviamente assisto a tudo calado, para subalternos internéticos incapazes de apresentar algo de relevante a você, Brasil, meu desprezo basta. Aos altos (tomem nota) deixo o apelo: Seja amigo do Ronnie Von!
Brasil, leitores/traidores imaginários e Compositor de Boleros já aderiram e são amigos de Ronnie Von. Veja:


Tenho a absoluta certeza que as imagens acima atingiram seu coração, aumentando a pulsação do seu corpo o deixando ansioso a pensar ‘eu quero sentir este toque, também quero ser amigo do Ronnie Von’. Você, que sentiu o toque sutil do mestre penetrando o fundo expoente de seu ser, e não quer ficar fora dessa, também pode ser amigo do Ronnie Von, basta pegar um dos exemplares abaixo e ser feliz para sempre:

Alguns comentários maldosos sobre este homem (sim, atrás do mito fantástico há um homem) muito me magoam, enfatizando erros de interpretação de terceiros levando ao lado pejorativo a palavra ‘significa’, materializando maldade onde apenas habita a serenidade da bondade infinita, bondade essa representada pelo coração de Ronnie Von. Obviamente assisto a tudo calado, para subalternos internéticos incapazes de apresentar algo de relevante a você, Brasil, meu desprezo basta. Aos altos (tomem nota) deixo o apelo: Seja amigo do Ronnie Von!
Brasil, leitores/traidores imaginários e Compositor de Boleros já aderiram e são amigos de Ronnie Von. Veja:


Tenho a absoluta certeza que as imagens acima atingiram seu coração, aumentando a pulsação do seu corpo o deixando ansioso a pensar ‘eu quero sentir este toque, também quero ser amigo do Ronnie Von’. Você, que sentiu o toque sutil do mestre penetrando o fundo expoente de seu ser, e não quer ficar fora dessa, também pode ser amigo do Ronnie Von, basta pegar um dos exemplares abaixo e ser feliz para sempre:

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Breve explicação sobre a polêmica ausência do Compositor de Boleros
Há tempos não venho a publico expor minhas brilhantes e elaboradas ideias, fato, e é claro que você percebeu isso, Brasil. Também sei que o óbvio início deste texto me levará a questões pífias dos leitores/traidores imaginários como ‘por quê?’ ou ‘para que?’, isso também é de seu conhecimento, não é mesmo Brasil. Em minhas inúmeras bebedeiras aprendi que às vezes é melhor se embebedar e aproveitar do que imaginar e se masturbar. Deixo claro que era exatamente isso que o compositorzinho (tão amado) estava fazendo, com o bônus da masturbação, vale frisar que treinar para as partidas também é importante. Andei incansavelmente em busca de novos botecos para saborear o refinado e glamoroso gosto do Cynar, desbravei com vigor o mundo que nos cerca para atingir metas pessoais como encontrar novos risoles de queijo, onde me surpreendi ao encontrar alguns petardos, Brasil, você tinha que ver. Beijei uma quantia razoável de cotovelos (há fotos por aí), descobri o sentido da vida (não vou contar, Deus, pode ficar tranquilo que o segredo está bem guardado) e, como troféu, adquiri novas cicatrizes pelo corpo. Não houve reconhecimento ou recompensa financeira, o dinheiro não é o que almeja o glorioso Compositor de Boleros (mentir é importante em certos pontos da vida para se manter firme e bebendo), me contento apenas com o suficiente para pagar a conta e continuar a ingerir líquidos realmente preciosos (cynar) e expelindo-os logo em seguida em suor (mas tenho lenço, contrariando o cantor Caetano Veloso só para transgredir e atingir fãs puritanos) e mijo. Levantei bandeiras em prol de causas importantes como a antecipação do inverno, manifesto este amplamente divulgado, apoiado e aplaudido por alta cúpula mundial, incluindo até uma certa parcela de leitores/traidores imaginários, realmente fui pego de surpresa com isso, criando o refrão gritado a exaustão em volumosas manifestações “O inverno é aqui, deixa o sol para o Havaí”
Há outro lado, Brasil. Sim, sim, outro lado. No qual é necessário descarregar a mente (o famoso botar pra fora), exatamente a mesma coisa quando comemos uma pizza de quatro queijos inteira e sentimos a necessidade de cagar tudo o mais rápido possível (o inchaço é extremamente incomodo, muito chato), apenas para gozar do prazer momentâneo de se aliviar... Também pode ser chamado de válvula de escape, é válido vai. Surpreendentemente, guiar a massa disforme nomeada povo no dia a dia fez falta. Como pude abandonar por tanto tempo o meu amigo Brasil, os leitores/traidores imaginários e outros adeptos que clamam por uma palavra do benevolente mito Compositor de Boleros? Como? Uma questão não tão simples de responder e, definitivamente, não será respondida por mim. Mas você pode elaborar sua própria desculpa e enviar por carta ao Compositorzinho no seguinte endereço: Alameda dos Quinimuras, 187, São Paulo - SP. CEP: 04068-900. A melhor desculpa será publica aqui, pode ter certeza. Voltando ao emotivo texto de retomada... Como? Meu Deus, como? Fogem as palavras do humilde Compositor de Boleros ao tentar revelar-lhes o real motivo, o secreto, ocultado pelo pacato e solitário coraçãozinho deste que insistem em voltar aqui para prosear (tava trabalhando). Levando esta breve explicação a rumos novos, deixo uma imagem do fabuloso e espetacular ser humano, Compositor de Boleros, em transição entre o irreal impensável e o que mantem o corpo trabalhando.

Há outro lado, Brasil. Sim, sim, outro lado. No qual é necessário descarregar a mente (o famoso botar pra fora), exatamente a mesma coisa quando comemos uma pizza de quatro queijos inteira e sentimos a necessidade de cagar tudo o mais rápido possível (o inchaço é extremamente incomodo, muito chato), apenas para gozar do prazer momentâneo de se aliviar... Também pode ser chamado de válvula de escape, é válido vai. Surpreendentemente, guiar a massa disforme nomeada povo no dia a dia fez falta. Como pude abandonar por tanto tempo o meu amigo Brasil, os leitores/traidores imaginários e outros adeptos que clamam por uma palavra do benevolente mito Compositor de Boleros? Como? Uma questão não tão simples de responder e, definitivamente, não será respondida por mim. Mas você pode elaborar sua própria desculpa e enviar por carta ao Compositorzinho no seguinte endereço: Alameda dos Quinimuras, 187, São Paulo - SP. CEP: 04068-900. A melhor desculpa será publica aqui, pode ter certeza. Voltando ao emotivo texto de retomada... Como? Meu Deus, como? Fogem as palavras do humilde Compositor de Boleros ao tentar revelar-lhes o real motivo, o secreto, ocultado pelo pacato e solitário coraçãozinho deste que insistem em voltar aqui para prosear (tava trabalhando). Levando esta breve explicação a rumos novos, deixo uma imagem do fabuloso e espetacular ser humano, Compositor de Boleros, em transição entre o irreal impensável e o que mantem o corpo trabalhando.

Estou de volta, Brasil! Disposto e otimista com o futuro a ser enfrentado, espero que estejam preparados leitores/traidores imaginários! Se não estiverem não dou a mínima.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Intervenções
Você sabe o que uma intervenção, Brasil? Sabe, heim? Hum? Responde ae? Ok, eu respondo, olha só, intervenção é quando alguém intervêm (vocês curtiram isso, leitores/traidores imaginários, curtiram aí no facebook). Sim, sim! Intervêm! A arte de intervir está ao alcance de todos nos tempos democraticamente internéticos de hoje, mas... mas... isso não é exclusividade da grande rede, não, não, Brasil, a população (vocês, leitores/traidores imaginários), os que vivem o real, que tomam novalgina até quando têm conjuntivite (novalgina cura tudo) também usam da intervenção na rotina involuntariamente imposta pelas decisões tomadas na juventude. Um exemplo simples: Você está na padaria tomando um cynar (porque todo cidadão de bem tem que tomar um cynar, se não for adepto do cynar você não é cidadão de bem e torrará no inferno), apreciando o elixir que dá sentido a existência você vê a seguinte cena, acidentalmente, o Bill derruba um risoles no chão, ele disfarça, olha de um lado a outro, rapidamente, pega o risoles e o coloca no blends como se nada tivesse acontecido. Vale nota: Blends, palavra que substitui qualquer coisa de difícil definição rápida, logo, se não lembra o nome de um objeto, coisa ou alguém, é um blends. Retomada estratégica, você acabou de ver Bill derrubar um risoles no chão, abaixar, o pegar e colocar no blends para vender, um ser desavisado aproxima-se e pede um risoles “Ô Bill, suavão ae? Desce esse risolão ae, man, na humildade”, como manda a boa conduta, sempre em ressalta neste cultuado, amado, exemplar, calibrado e bonitinho curso, você se levanta, vai até o ser desavisado e o avisa “Ê Tigre, pega esse risolão aí não, tiu! Caiu no chão a parada e o Bill jogou no blends na caruda ó, total mancada, man”, ser desavisado responde “Pô Fera, valeu o toque, man, ia comer uma pá de bactéria ó, pegar um câncer e os carái”. Isso é uma intervenção, leitores/traidores imaginários. E se era o destino do ser desavisado comer o risoles e morrer de câncer? Como ele mesmo proferiu? Você salvou uma vida e atrapalhou o destino, alterou os planos do universo, essas coisas acontecem o tempo todo em todos os lugares deste mundo e de outros, caso duvide ligue para alguém de Saturno, acontece lá também. Ops! Acabei por me alongar nessa sadia tentativa de expandir seus horizontes, Brasil. Vamos destacar o relato a seguir, que aconteceu em uma madrugada sóbria, sóbria! Dá para acreditar? Estava lá o compositorzinho do coração de todos sentado no último banco de um ônibus vazio, com o olhar vago na janela assistindo a mudança rápida de paisagens da noite paulistana, obviamente variando com a velocidade do coletivo, em mãos apenas um baixo (toco rock nas horas vagas), sim, um baixo, instrumento de trabalho que não dá dinheiro. Uma parada rápida e pimba, sobem algumas pessoas, dei de ombros, continuei a calcular diâmetros do universo (porque já tenho até a cura para o câncer citado anteriormente, pena que ninguém ouve, tsc), ao meu lado, materializa-se uma entidade, com camisa baby look preta em gola V, calça jeans cinza, mizuno no pé, gel no cabelo e um sorriso semelhante a decapitação de um macho pela fêmea louva-a-deus e o ato sonoro “e aí”, achei estranho o ruído vindo do banco ao lado e, categoricamente, ignorei. Claro, com toda a classe que só o Compositor de Boleros têm. A entidade era insistente, Brasil, e novamente “e aí”. Com essa segunda tentativa de comunicação me vi obrigado a reagir, com esforço sobre humano para demonstrar o quão desinteressado estava na entidade (devido ao cansaço do longo dia e ensaio ao final, toco rock nas horas vagas, não me odeie, Brasil), olhei para o lado balancei a cabeça para cima, para baixo e para cima novamente, um breve cumprimento aos entendedores, e voltei ao mantra pelo qual estava entretido, a janela. Sem hesitar, demonstrando interesse pelo meu instrumento o ser continuou “Tú toca, é?”, aflito com a pergunta, estudei o exemplar de ser humano por uns segundos antes de dizer “Sim, me masturbo diariamente”, o ser humano soltou uma sonora risada “Rar, Rar, Rar, tu é engraçado, Rar, Rar, Rar, tavu falanu du instrumento!”, eu “Ah, sim! Também toco esse”, ele voltou a rir “Rar, Rar, Rar, tu é engraçado, Rar, Rar, Rar. Tu toca na noite? Que estilo tu toca?”, cativado com a contagiante e tremulante risada do ser ao meu lado, resolvi proceder com a conversa travada de forma não espontânea assim “Toco rock”, ele me analisou bem, olhou para a frente e disse “Então tu conhece o Eufredo Garcia, ele toca um rock no meio do show, tipo um Elvis assim, sabe, tipo um rólis, aqueles lá assim, sabe? Conhece Eufredo?”, percebi que estava entrando em um universo totalmente novo, me virei um pouco e respondi “Eufredo Garcia? Não conheço...”, ele “Ah... Não conhece o Eufredo... E o Caruso Silvano? Esse sim tu tem que conhecer, conhece, né?”, mais uma vez “Não conheço...”, ele “Putz... e o Eliano Camargo, aaaaahhhhhh esse tenho certeza que tu conhece, tavu ouvinu nesse instante” e eu “Não, man... não conheço...”, ele já decepcionado “Não conhece Eliano Camargo... Ferreirinha Conceição, e esse, e esse, e esse, dóse o Ferreirinha, dóóóóóseeee”, eu “Desculpa, cara, não conheço o Ferreirinha...” Ele “Ah... Nadira Donato, essa é famosa, apareceu na TV!” eu “Também não...”, ele me olhou com desdém virou-se inteiro para a frente, junto as duas mãos no colo e ficou quieto. Finalmente pude voltar para a minha meditação, cálculos, ensaios mentais até que “Rondonato Angelino, esse sim?” eu “Nossa, também não...” ele “Nem Rondonato...” e “Antoniano Pedroso?” eu “Não, cara...” ele já bem nervoso “Então desculpe a intervenção”, levantou, ajeitou as calças, deu sinal e desceu do ônibus sem se despedir, sem olhar para trás... Atonito com o acontecimento, fiquei a me questionar durante o restante da viagem, em que mundo vivo para não conhecer Rondonato Angelino?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Minha experiência mais próxima da prostituição
Inesperado, inexplicável! Essas expressões são ainda insuficientes para reproduzir o que me aconteceu no dia 04/11/2010 por volta das 02h45min da madrugada, Brasil. O fato ocorrido me deixou indefeso, estupefato, fazendo com que questione a fina linha tênue entre as possibilidades que nos rondam nessa vida, no meu caso, pacata e rotineira. Relatarei a vocês, leitores/traidores imaginários, este evento incomum da forma mais concisa possível.
Após um dia inteiro de trabalho árduo (sei que você necessita de pessoas que trabalham Brasil, eu o compreendo e colabora, pois como Ronnie Von, sigo no ápice da minha humildade entre a plebe, mas não muito próximo, para demonstrar o quão bom, dócil e esforçado é o humano Compositor de Boleros), resolvi caminhar em direção ao ponto de ônibus mais próximo, prevendo apenas um rápido retorno ao reconfortante e amabilíssimo aconchego do bar. Já que houve trabalho, um cynar é indispensável para revigorar os ânimos de um cidadão comum, que pega ônibus e urina em postes noite à dentro como qualquer pessoa desta terra, acredito que o Brasil concorda com esta necessidade, leitores/traidores imaginários. Ao chegar, algumas pessoas já aguardavam para também usufruir do transporte coletivo, um deles tentou se comunicar “Ê, brô, onde é tua goma? Tô a mó cara no bangüê e nada de buzo, osso ó” (Vale uma nota aqui, sei da dificuldade em entender o dialeto popular nas periferias, vou traduzir, o rapaz disse apenas que aguardava pelo ônibus a bastante tempo e estava impaciente, mas antes, como manda os bons costumes, chamou minha atenção e perguntou de onde sou), atendi prontamente a cortesia e tentativa de comunicação de forma simples e direta, atendendo os mesmos padrões recebidos “hum”. Implacável em sua sutileza, o tempo continuou seu percurso por entre os presentes (mesmo sóbrio, a fluência poética domina o mal que habita meu corpo, Heim, Brasil? Uau!), com a demora, a calma facilmente abandona o estado de espírito momentaneamente eminente (deveria guardar esse trecho para meu próximo livro... tarde de mais) e, obviamente, reagi em explosão de sentimentos sussurrando “Droga”. A demora me motivou a enfrentar meus demônios, logo, resolvi andar até o próximo ponto. Atitude, Brasil, atitude! No caminho, descobri a causa do atraso, um pequeno acidente envolvendo dois carros, ocasionou o desvio da rota de ônibus, limitada devido ao horário, a um caminho alternativo. Ser evoluído que sou, leitores/traidores imaginários, utilizei de técnicas orientais milenares para controlar a minha raiva, moldando-a em criatividade poética “que bosta!”, técnica que exige muito do autocontrole, que exige disciplina, que exige meditação, que exige cynar, lembrem-se disso, lição para vida. O Compositor de Boleros não desanimou e continuou a desbravar as ruas em estado ermo pela madrugada, vencido o obstáculo, um verdadeiro feito, a vitória fincada na calçada me aguardava estática, comemorei o feito “cacete, ó essa caralha de ponto aí, porra”, prontamente pus-me a aguardar (apenas pessoas com pelo menos dois leveis acima da humanidade conhecem e sabem usufruir dignamente da paciência). Alguns minutos se passaram e avistei ao longe uma figura exótica, vestindo shorts de lycra camuflado em amarelo e laranja e top branco, caminhando apressada, olhando para todos os lados e acenando para todos os carros, ela rodopiou e repetiu o movimento pelo menos 19 vezes até chegar onde a luz do Compositor de Boleros brilhava. Ela parou e me estudou por alguns segundos até finalmente dizer “Tu tá esperando a carona para Pinheiros?”, eu “Carona?”, ela “É! Carona, carona!”, hesitei um pouco antes de responder “Tô esperando o ônibus, sabe? Aqueles grandes que levam bastante gente a distintos lugares?”, ela prontamente respondeu “Essa hora não passa mais ônibus, não! Não passa mais ônibus, não! Agora só depois das 5 da manhã! 5 da manhã!”, respirei fundo e usei palavras de sabedoria utilizadas originalmente por monges tibetanos que ecoaram através dos anos até chegarem a este momento “Que merda”. Ela deu de ombros e continuou a acenar para todos os carros e rodopiar até dizer “Tu tem dois reais aí?”, eu “Não tenho grana, desculpe”, ela voltou a me estudar com seu olhar atentamente acelerado e me atingiu com a pergunta “Você faz programa?”, atônito, não soube como responder na hora, sorri, arrumei minhas bolas na calça (muito útil quando não se tem o que dizer, Brasil, inspiração instantânea garantida) antes de dizer inocentemente “Programa? Como assim?” ela “É! Programa, programa!”, eu “Não, anjo, não faço programa”, ela “Ah!”, deliberadamente voltou a seu ritual de acenar e rodopiar até que um taxi parou, ela foi até a porta conversou por um instante com o motorista, fez gestos com a mão entrando e saindo de sua boca, como se segurasse um sorvete de palito e chupasse ininterruptamente, colocando e tirando de sua boca, até finalmente entrar no carro, o qual lentamente rumou ao horizonte até desaparecer...
Pois é, Brasil, o Compositor de Boleros, fino, evoluído, verdadeiro gentleman da classe operária foi confundido com um prostituto, cara da vida, gogo-boy, michê e etc. Não fiquei desapontado, leitores/traidores imaginários, não, não! Muito pelo contrário, me encheu de dúvidas a cena que acabara de acontecer, sondando pensamentos inexplorados até então finalmente me veio à questão que, por medo do novo talvez, não fiz ao folclórico personagem da madrugada que me abordou “Quanto será que eu deveria cobrar?”.
Após um dia inteiro de trabalho árduo (sei que você necessita de pessoas que trabalham Brasil, eu o compreendo e colabora, pois como Ronnie Von, sigo no ápice da minha humildade entre a plebe, mas não muito próximo, para demonstrar o quão bom, dócil e esforçado é o humano Compositor de Boleros), resolvi caminhar em direção ao ponto de ônibus mais próximo, prevendo apenas um rápido retorno ao reconfortante e amabilíssimo aconchego do bar. Já que houve trabalho, um cynar é indispensável para revigorar os ânimos de um cidadão comum, que pega ônibus e urina em postes noite à dentro como qualquer pessoa desta terra, acredito que o Brasil concorda com esta necessidade, leitores/traidores imaginários. Ao chegar, algumas pessoas já aguardavam para também usufruir do transporte coletivo, um deles tentou se comunicar “Ê, brô, onde é tua goma? Tô a mó cara no bangüê e nada de buzo, osso ó” (Vale uma nota aqui, sei da dificuldade em entender o dialeto popular nas periferias, vou traduzir, o rapaz disse apenas que aguardava pelo ônibus a bastante tempo e estava impaciente, mas antes, como manda os bons costumes, chamou minha atenção e perguntou de onde sou), atendi prontamente a cortesia e tentativa de comunicação de forma simples e direta, atendendo os mesmos padrões recebidos “hum”. Implacável em sua sutileza, o tempo continuou seu percurso por entre os presentes (mesmo sóbrio, a fluência poética domina o mal que habita meu corpo, Heim, Brasil? Uau!), com a demora, a calma facilmente abandona o estado de espírito momentaneamente eminente (deveria guardar esse trecho para meu próximo livro... tarde de mais) e, obviamente, reagi em explosão de sentimentos sussurrando “Droga”. A demora me motivou a enfrentar meus demônios, logo, resolvi andar até o próximo ponto. Atitude, Brasil, atitude! No caminho, descobri a causa do atraso, um pequeno acidente envolvendo dois carros, ocasionou o desvio da rota de ônibus, limitada devido ao horário, a um caminho alternativo. Ser evoluído que sou, leitores/traidores imaginários, utilizei de técnicas orientais milenares para controlar a minha raiva, moldando-a em criatividade poética “que bosta!”, técnica que exige muito do autocontrole, que exige disciplina, que exige meditação, que exige cynar, lembrem-se disso, lição para vida. O Compositor de Boleros não desanimou e continuou a desbravar as ruas em estado ermo pela madrugada, vencido o obstáculo, um verdadeiro feito, a vitória fincada na calçada me aguardava estática, comemorei o feito “cacete, ó essa caralha de ponto aí, porra”, prontamente pus-me a aguardar (apenas pessoas com pelo menos dois leveis acima da humanidade conhecem e sabem usufruir dignamente da paciência). Alguns minutos se passaram e avistei ao longe uma figura exótica, vestindo shorts de lycra camuflado em amarelo e laranja e top branco, caminhando apressada, olhando para todos os lados e acenando para todos os carros, ela rodopiou e repetiu o movimento pelo menos 19 vezes até chegar onde a luz do Compositor de Boleros brilhava. Ela parou e me estudou por alguns segundos até finalmente dizer “Tu tá esperando a carona para Pinheiros?”, eu “Carona?”, ela “É! Carona, carona!”, hesitei um pouco antes de responder “Tô esperando o ônibus, sabe? Aqueles grandes que levam bastante gente a distintos lugares?”, ela prontamente respondeu “Essa hora não passa mais ônibus, não! Não passa mais ônibus, não! Agora só depois das 5 da manhã! 5 da manhã!”, respirei fundo e usei palavras de sabedoria utilizadas originalmente por monges tibetanos que ecoaram através dos anos até chegarem a este momento “Que merda”. Ela deu de ombros e continuou a acenar para todos os carros e rodopiar até dizer “Tu tem dois reais aí?”, eu “Não tenho grana, desculpe”, ela voltou a me estudar com seu olhar atentamente acelerado e me atingiu com a pergunta “Você faz programa?”, atônito, não soube como responder na hora, sorri, arrumei minhas bolas na calça (muito útil quando não se tem o que dizer, Brasil, inspiração instantânea garantida) antes de dizer inocentemente “Programa? Como assim?” ela “É! Programa, programa!”, eu “Não, anjo, não faço programa”, ela “Ah!”, deliberadamente voltou a seu ritual de acenar e rodopiar até que um taxi parou, ela foi até a porta conversou por um instante com o motorista, fez gestos com a mão entrando e saindo de sua boca, como se segurasse um sorvete de palito e chupasse ininterruptamente, colocando e tirando de sua boca, até finalmente entrar no carro, o qual lentamente rumou ao horizonte até desaparecer...
Pois é, Brasil, o Compositor de Boleros, fino, evoluído, verdadeiro gentleman da classe operária foi confundido com um prostituto, cara da vida, gogo-boy, michê e etc. Não fiquei desapontado, leitores/traidores imaginários, não, não! Muito pelo contrário, me encheu de dúvidas a cena que acabara de acontecer, sondando pensamentos inexplorados até então finalmente me veio à questão que, por medo do novo talvez, não fiz ao folclórico personagem da madrugada que me abordou “Quanto será que eu deveria cobrar?”.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
É o Tchan em Auschwitz

“Pau que nasce torto nunca se endireita, menina que requebra mãe pega na cabeça, VAI!”
Quem não se lembra desse clássico da verdadeira música popular brasileira? Sim, sim! Popular brasileira! Ou melhor “passa negão, passa loirinha, quero ver você passar por debaixo da cordinha, VAI” e também “ula ula de lá tchaaaaan, quebra, quebra daqui, tchaaaaan, o bahiaiaiaaa é o tchan no havai, VAI”, dentre outros grandes sucessos da banda que marcou (e manchou, sabe como é, né?) toda uma geração (perdida de largas) e, ainda hoje, reverbera em festas de casamento (desses mesmos largas) nos salões alugados situados em cima de açougues nas periferias “rala ralando o tchan ae, rala ralando o tchan, VAI”, obviamente isso só indica a longevidade e, porque não, imortalidade deste grupo que, além da contribuir com hits que até hoje estão na boca do povo, Brasil (quer queira ou não) revelou ao mundo o brilhante e inigualável intelecto da grandiosa Carla Perez, além, é claro, da violenta simpatia de Cumpadi Washington, o swingle bufante de Beto Jamaica, o Jacaré à turma do didi e uma infinidade de bailarinas, por ordem do cramulhão nomeadas Sheila (outras também passaram, eu sei, mas não lembro o nome e fiquei com preguiça de pesquisar, mal ae!) que posaram para a playboy, também por ordem do quebra-molas, ganhando um dinheiro considerável apenas para “pegar no bumbum, pegar no compasso, pegar no bumbum, pegar no compasso, VAI”. Chacoalhando a protuberância glútea nos programas dominicais adorados pelo povo (em atual decadência com Celso Portiolli), a fama os alcançou e, tragicamente/injustamente, os abandonou, após uma longa jornada de alegria nas festas no fim da rua do seu bairro.
O Compositor de Boleros e sua infinita benevolência (que palavra linda, uau!), um cara simples que, como bem sabe, Brasil, abomina injustiça, aqueceu o coração com as mãos e dispôs-se a ajudar esse grupo que por tantos anos contribuiu com a alegria da mulecada que adorava ver as menininhas do 3°B reproduzir as coreografias na hora do recreio. Por semanas a fio, o Compositorzinho tramou, arquitetou, bolou, ascendeu, fumou, bebeu e finalizou o que possibilitaria a volta deste petardo aos palcos. Com um breve passeio pela história, resgato uma apresentação memorável da banda, esquecida em VHS na estante, que teve como intenção apenas levar a esperança com carisma e coreografias ousadas à Auschwitz:

Olha um nazista lá tchaaaaaaaan
Foge um judeu aqui tchaaaaaaan
O Bahiaiaiaaaa é o tchan em Auchwitz (Vai mãinha)
Pega um quipá, põe na bundinha
Quero ver você matar uma busanfa judeuzinha, VAI!
Pega um quipá, põe na bundinha
Quero ver você matar, uma busanfa judeuzinha.
Quero ver você matar, uma busanfa judeuzinha, VAI!
Me vêm lágrimas aos olhos ver letra com tamanho cunho social, o nobel da paz é pouco para homenagear essa que pode ser a mensagem de esperança mais importante desde 'fucked with a knife'. Apoio e incentivo a criação do É o Tchan Day, onde todo cidadão poderá usar seus shorts mais apertados e reproduzir todas as coreografias na avenida paulista. Você não pode ficar fora dessa.
Com essa bela homenagem em mais um disparo certeiro na direção do sucesso, Brasil, deixo em boas mãos esse magnífico expoente da música popular Brasileira, as mãos calejadas e cansados do povo e dos leitores/traidores imaginários. É o tchan em Auschwitz não é só uma homenagem, é ação e aventura!

Em breve, CD com os maiores sucesso proporcionado pelo Compositor de Boleros, aguardem! Caso não queriam aguardar não dou a mínima.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Retomada (uma breve introdução do que está por vir)
Com orgasmos múltiplos e espontânea ereção, anuncio a retomada do curso dado pelo santo graal da bondade hostil tão amada por todos que ainda não o conhecem, Compositor de Boleros! Sim, sim, Brasil, cá estou, sóbrio (isso será remediado), um pouco mais magro (isso também será remediado), mas não menos entusiasmado para a segunda fase dos ensinamentos que levarão os leitores/traidores imaginários a lugares inimagináveis por simples seres humanos, não humanos, extra terrenos, indefinidos e outros. Com a ajuda do mestre Ronnie Von (exemplo a ser seguido), cynar, risoles (os meus são de queijo), Bill (eterno), e uma infinidade de personagens a serem apresentados nesta nova fase (você não perde por esperar, Brasil, aguarde e de preferência bebendo uma seleta, meu Deus, como há coisas para mostrar/apresentar/desvendar/dar/roubar/enfatizar/emprestar/consignar, nossa, muita coisa, cacete, vai ser extraordinário, um level acima da humanidade, soberbo, supremo, RÁ!). Além, é claro, dos já clássicos tópicos que compõem este ambiente saudável e amável que luta pelo bem da humanidade e, obviamente, pela paz mundial.
Ao setor competente, deixo algumas metas a serem alcançadas pelo Compositorzinho...
Metas de vida do Compositor de Boleros
-Lista Primária:
1 – Fazer figuração no programa A Praça é Nossa
2 – Trabalhar como animador de auditório em programa dominical
3 – Tirar uma foto com o Wando (cada um segurando uma calcinha)
4 – Gravar uma música com o mestre Ronnie Von
5 – Fazer sexo em um helicóptero, gravar e lançar em VHS
6 – Juntar Chitãozinho & Xororó, Latino, Xuxa, Mara Maravilha, Leo Jaime, Rafael Ilha, Rouge, B'roz, Fat Family, Luka (tô nem aí), Guilherme Arantes, João Penca e seus Miquinhos Amestrados, José Augusto, Gilliard, Pepê e Nenem, Baby Consuelo e filhas de nome impronunciável, Vanusa, Patrícia Marx, Sidney Magal, Luiz Caldas entre outros (só para citar alguns) para gravar uma versão em português do clássico we are the world.
7 – Pornolizar o mundo (apenas para maiores de 18 anos, não me processe, Brasil!)
8 – Urinar em todos os bebedouros no Parque do Ibirapuera, compartilhando minha pureza com seus frequentadores.
9 – Responder as perguntas dos fieis ao vivo no programa fala que eu te escuto
10 – Lavar a roupa
Claro que, conforme for alcançando as metas, acrescentarei novas, para não interromper o fluxo (porque cagar pelado também é o segredo da vida, aconselho!). Não vou revelar as novas metas ainda porque, como bem sabe, Brasil, sou um cara humilde, tímido, que fica no cantinho da casa segurando o mesmo copo de suco desde o início da visita, para não incomodar meus simpáticos anfitriões com novos pedidos, deixo uma prévia da próxima meta a ser acrescentada, a qual envolve sexo libertino entre em Luiz Carlos Datena e Carlos Roberto Massa a.k.a. Ratinho.
Para logo dentro em breve, novidades supimpas que elevarão as chamas da esperança acalorando nossos corações à leveis acima do sol (uau, Compositor, como você está poético, heim?). Sei que os mamilos de todos os leitores/traidores imaginários estão eriçados no momento, mas terão de esperar. Se não esperarem não dou a mínima, qualquer coisa estarei no fundo do copo ao lado do meu amigo, Brasil.
Ao setor competente, deixo algumas metas a serem alcançadas pelo Compositorzinho...
Metas de vida do Compositor de Boleros
-Lista Primária:
1 – Fazer figuração no programa A Praça é Nossa
2 – Trabalhar como animador de auditório em programa dominical
3 – Tirar uma foto com o Wando (cada um segurando uma calcinha)
4 – Gravar uma música com o mestre Ronnie Von
5 – Fazer sexo em um helicóptero, gravar e lançar em VHS
6 – Juntar Chitãozinho & Xororó, Latino, Xuxa, Mara Maravilha, Leo Jaime, Rafael Ilha, Rouge, B'roz, Fat Family, Luka (tô nem aí), Guilherme Arantes, João Penca e seus Miquinhos Amestrados, José Augusto, Gilliard, Pepê e Nenem, Baby Consuelo e filhas de nome impronunciável, Vanusa, Patrícia Marx, Sidney Magal, Luiz Caldas entre outros (só para citar alguns) para gravar uma versão em português do clássico we are the world.
7 – Pornolizar o mundo (apenas para maiores de 18 anos, não me processe, Brasil!)
8 – Urinar em todos os bebedouros no Parque do Ibirapuera, compartilhando minha pureza com seus frequentadores.
9 – Responder as perguntas dos fieis ao vivo no programa fala que eu te escuto
10 – Lavar a roupa
Claro que, conforme for alcançando as metas, acrescentarei novas, para não interromper o fluxo (porque cagar pelado também é o segredo da vida, aconselho!). Não vou revelar as novas metas ainda porque, como bem sabe, Brasil, sou um cara humilde, tímido, que fica no cantinho da casa segurando o mesmo copo de suco desde o início da visita, para não incomodar meus simpáticos anfitriões com novos pedidos, deixo uma prévia da próxima meta a ser acrescentada, a qual envolve sexo libertino entre em Luiz Carlos Datena e Carlos Roberto Massa a.k.a. Ratinho.
Para logo dentro em breve, novidades supimpas que elevarão as chamas da esperança acalorando nossos corações à leveis acima do sol (uau, Compositor, como você está poético, heim?). Sei que os mamilos de todos os leitores/traidores imaginários estão eriçados no momento, mas terão de esperar. Se não esperarem não dou a mínima, qualquer coisa estarei no fundo do copo ao lado do meu amigo, Brasil.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Nota: Desprendimento
Brasil, creio que notou minha ausência nas últimas semanas e sei que sentiu falta do Compositorzinho, mas você tem que compreender, estava ocupado me embebedando (Deus abençoe o Cynar), comendo risoles, me embebedando, usando drogas, me embebedando, assistindo shows caros, me embebedando e tomando inúmeros foras de mulheres variadas (não peguei ninguém). Rumando a maravilhosa degradação que expõe o verdadeiro sentido da vida (houve até uma comparação ao clássico filme farrapo humano, encarei como um elogio obviamente), acabei transcendendo em inovações, dores de cabeça, ressacas, vomitadas curiosas e histórias para contar nos botecos quando for velho (não serão descritas aqui, prometo!), tendo como óbvia consequência, involuntária confesso, o desprendimento da vida virtual. Citando palavras dos primórdios do blues 'Howlin Wolf': Eu sou o dono desse blog, ele não é meu dono. (Uau, quanta profundidade e maturidade alcançada nessas semanas pelo compositorzinho, heim, Brasil, uau, ficou todo molhadinho e com os mamilos eriçados que eu sei. Uh!). Mas... você abandonará o curso, Compositor? Não mostrará mais o caminho e as verdades ocultas dessa vida? Calma, Brasil, não entre em desespero ainda! Sempre que possível, o Compositor de Boleros dará o ar da graça, nú, pela noite paulistana visando sua comodidade o embaraçando. Porque, como todos devem saber, o importante é a prioridade, o resto é secundário.
Tenho que ressaltar (não podia deixar passar essa) um fato que muito me entristeceu em uma das semanas de ausência, o flagrante dos leitores imaginários comemorando meu silêncio. Sim, sim! Comemorando as escondidas em um salão de festas em cima da fototica Boa Vista na zona sul de São Paulo (realmente acharam que eu não descobriria? Sacaninhas!). Esse fato me deixou bastante frustrado, ocasionando a oportunidade perfeita para reflexão sobre o que realmente importa na minha pacata, rotineira e solitária vida, ou seja, a prioridade exposta na divagação acima, o Cynar. A conclusão disso? Eu vou beber.
Ah! Aos leitor imaginários, ou melhor, traidores imaginários, desejo todas as azeitonas do mundo. Quem acompanha a trágica e triste história do Compositor de Boleros sabe o tamanho desta ofensa. Vejo vocês no fundo do copo.
Tenho que ressaltar (não podia deixar passar essa) um fato que muito me entristeceu em uma das semanas de ausência, o flagrante dos leitores imaginários comemorando meu silêncio. Sim, sim! Comemorando as escondidas em um salão de festas em cima da fototica Boa Vista na zona sul de São Paulo (realmente acharam que eu não descobriria? Sacaninhas!). Esse fato me deixou bastante frustrado, ocasionando a oportunidade perfeita para reflexão sobre o que realmente importa na minha pacata, rotineira e solitária vida, ou seja, a prioridade exposta na divagação acima, o Cynar. A conclusão disso? Eu vou beber.
Ah! Aos leitor imaginários, ou melhor, traidores imaginários, desejo todas as azeitonas do mundo. Quem acompanha a trágica e triste história do Compositor de Boleros sabe o tamanho desta ofensa. Vejo vocês no fundo do copo.
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